quarta-feira, 5 de maio de 2010

Valsando a solidão

Solidão anda sozinha
Sofre quieta sem se ver
E quando cai a tardinha
Procura uma alma quebrada
E lamenta acompanhada
A perda de um bem-querer...

Espia,
Sonda,
Sussura
A saudade,
Saudade,
Saudade.

Com o tempo ela se cansa
Não tem mais o que fazer
Se retira atrás de outra dança
E aquela alma criança
Agora respira aliviada
Pois a tristeza foi superada...

Alegre,
Vibrante,
Confiante,
Constante,
De liberdade,
Liberdade,
Liberdade.

A barriga agora esfria...
Uma mão vem acariciar;
E como num passe de mágica
Ou como num conto-de-fadas
O coração não tem mais a dor
Nele brotou um novo amor.

Criança
Que pula,
Que dança,
Que canta
O amor,
Amor,
Amor.

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